
Na enxurrada de criações da dita sociedade pós-moderna (aquela que baniu o Deus pessoal de suas vidas), outra idéia suja vem descendo pelos esgotos das cabeças de alguns políticos, intelectuais e cientistas brasileiros: a descriminalização do uso da maconha.
Não bastasse o projeto de lei que pune qualquer tipo de manifestação contra os homossexuais e a acalorada defesa da interrupção da gravidez (leia-se: assassinato por meio do aborto) a não penalização pelo comércio da maconha é outro tema que vem ganhando grande espaço no Brasil, demonstrando-se como mais um idéia estapafúrdia e grotesca, que caminha não somente contra a palavra de Deus e a cosmovisão cristã, mas também, contra a própria saúde e segurança pública.
A revista Galileu, edição de maio de 2007, trouxe como matéria de capa o assunto: Maconha, é hora de liberar? – o real efeito da descriminalização sobre o usuário e a sociedade, onde é analisado os prós e os contras da liberação do uso dessa droga.A declaração mais sórdida e descabida ficou por conta do Governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral, eis a sua pérola, in verbis: